“PEDRA FILOSOFAL Nada satisfazia os seres inconstantes do po-rão. Cobiçavam o divino. Era a pedra filosofal nova escada entre as almas e as celestes maravilhas. Um profeta varou o deserto com a terra de promissão na boca seca. Só os desertos amam os profetas. O deserto: intervalo entre ele e ele. Depois não havia mais intervalo. Havia Deus.” Nejar, Carlos. Memórias do porão.