“Departamento de Estado dos EUA publicou nesta terça-feira (11) vídeo sobre a Doutrina Monroe e afirmou que o domínio norte americano no Hemisfério Ocidental "nunca mais será questionado".
poder360 → A arquitetura da maior fraude financeira da história do Brasil jamais teria sido possível se Daniel Vorcaro, do Banco Master, não tivesse se associado ao empresário baiano Augusto Lima, no final de 2018. E Augusto Lima, o Guga, não teria prosperado sem a ajuda direta dos políticos petistas mais famosos da Bahia, Jaques Wagner e Rui Costa. ✍🏽: Rafael Barbosa Paulo Silva Pinto
O Poder 360 fez uma baita matéria. A investigação começou há 6 meses, retrocede até 2014 e traz decretos de 2018. “Toda essa história começou a se desenhar em 2014, no fim da gestão do então governador, Jaques Wagner, um petista histórico e amigo muito próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Em 13 de janeiro de 2022 -quando o Credcesta já era uma das joias do Banco Master-, Rui Costa tomou outra decisão difícil de entender. O então governador da Bahia proibiu os funcionários públicos do Estado de transferirem suas dívidas com o Credcesta para outras instituições bancárias que ofereciam juros menores. Em suma, o governo do PT na Bahia disse aos funcionários públicos do Estado: "Fiquem para sempre pagando juros altíssimos para Guga Lima e Daniel Vorcaro" A síntese é uma só: sem o PT da Bahia, sem Rui Costa e sem Jaques Wagner não teria prosperado o esquema inicial que resultou na fraude do Banco Master na forma que o Brasil conheceu nos últimos meses” A culpa é do PT. Os infográficos do Poder 360 compilados pra você mostrar para aquela pessoa que diz “lula é Bolsonaro” são iguais. Deem zoom e olhem o salto que deu nos clientes com operações de crédito e na quantidade de operações ativas no governo lula. https://www.poder360.com.br/poder-justica/jaques-wagner-e-rui-costa-favoreceram-negocio-que-enriqueceu-vorcaro/
Na terça-feira passada, um homem de 75 anos que não pode entrar nos Estados Unidos nem na União Europeia atravessou o Palácio do Planalto e apertou a mão do presidente. O encontro não constou da agenda oficial. O Planalto não divulgou nota, não divulgou foto, não anunciou nada. Quem contou ao mundo que aquilo tinha acontecido foi a embaixada da Rússia. O nome dele é Nikolai Patrushev. Dirigiu o FSB, herdeiro da KGB, de 1999 a 2008, e é assessor direto de Putin desde 2024. Em 2016, o inquérito público britânico sobre a morte de Alexander Litvinenko, envenenado com polônio-210 em Londres, concluiu no parágrafo 10.16: “a operação do FSB para matar o senhor Litvinenko foi provavelmente aprovada pelo senhor Patrushev e também pelo presidente Putin”. É por isso que está na lista de sancionados do Tesouro americano e da União Europeia. Há ainda uma acusação mais antiga, e ela precisa ser tratada pelo que é. Em setembro de 1999, prédios residenciais explodiram de madrugada em Moscou e em mais duas cidades, perto de trezentos mortos. Em Ryazan, moradores flagraram sacos de explosivo e um temporizador num porão, e o ministro do Interior anunciou um atentado evitado. No dia seguinte, Patrushev disse na televisão que era um exercício e que os sacos tinham açúcar. Dali nasceu a acusação de que o próprio FSB teria armado os atentados. Nenhum tribunal jamais julgou isso e a Duma nunca abriu investigação. É acusação, e continua sendo. Foi esse homem que o Brasil recebeu. Oficialmente, veio tratar do reator nuclear do submarino Álvaro Alberto e de construção naval. Passou pela Defesa, pelo Itamaraty, pelo comando da Marinha e pelo Arsenal de Marinha. No mesmo dia, o presidente telefonou para Putin, e segundo o Kremlin a ligação partiu do lado brasileiro. Agora repare na semana escolhida. Milei chamou Lula de presidiário num palanque em São Paulo, e o Itamaraty chamou o embaixador de volta, deixando vazia a embaixada em Buenos Aires. Washington taxou parte relevante do que vendemos, o Brasil negou visto a dois funcionários do Departamento de Estado e, na mesma terça, cancelaram o visto da nossa embaixadora. Nove dias antes, Lula falara mais de uma hora com Xi Jinping, e o comunicado chinês registrou que a China se opõe à interferência externa. A aproximação com Moscou tampouco é nova. Em 2025, com a guerra em curso, Lula assinou acordos nucleares com a Rosatom. Em 2026, Celso Amorim disse, de Moscou, que na Ucrânia o Brasil não tem que tomar partido. E a Rússia é hoje a principal fornecedora do diesel que importamos. A pergunta é outra: por que um encontro desses fica fora da agenda oficial, e por que quem informa o brasileiro sobre o que se passou no Planalto é a embaixada de outro país. Fontes: The Litvinenko Inquiry (juiz Robert Owen, 2016, §10.16); lista SDN do Tesouro dos EUA; comunicados do Kremlin, do Itamaraty e do governo chinês; ANP. https://x.com/danuzioneto/status/2086240449073738111?s=46&t=dj_AX2DQ6jF56RVtWmeszg
Se você ainda tem dúvida, olhe os dados. Obras paradas, prejuízos bilionários, baixa execução em áreas essenciais, pressão fiscal e custos que continuam chegando ao bolso do brasileiro. A propaganda pode escolher o discurso. Os números mostram o resultado. E no fim, quem paga a conta é você.
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