SpaceX não quer só lançar foguetes. Agora, Musk está tentando vender uma tese muito maior: transformar a órbita da Terra em uma nova camada de infraestrutura para inteligência artificial. No vídeo, ele cita escala de Kardashev, uma forma de medir o avanço de uma civilização pela quantidade de energia que ela consegue capturar e usar. Tipo 1: energia do planeta. Tipo 2: energia da estrela. Tipo 3: energia da galáxia. E é aí que a IA entra. Quanto mais os modelos avançam, maior a demanda por chips, energia e resfriamento. Na Terra, isso esbarra em limite físico: terreno, rede elétrica, licenciamento, refrigeração e custo. A resposta da SpaceX parece saída da ficção científica: levar parte dessa computação para o espaço