"Ahh Lula!" Voltando à cena...
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"Ahh Lula!" Voltando à cena...
2500 anos de Las Vegas em 30s
Princeso 😂😂😂😂
Agora deu ruim pro Trump
Não levou o Oscar, mas o importante foi que o intelectualzinho de esquerda metido a comunista mostrou seu relógio de luxo que o capitalismo pode comprar.
A insana carga tributária brasileira. Não importa se você é empreendedor, autônomo ou investidor… sempre que gerar lucro, uma parte dele vai direto para o governo. 📉💼 É imposto sobre produto, serviço, renda, patrimônio… e a lista não para!
A Amazonas 1600 foi uma motocicleta de turismo produzida no Brasil entre o fim da década de 1970 e os anos 1980 pela empresa Amazonas Motocicletas Especiais. O projeto mais curiosos da indústria nacional utiliza motor e câmbio do Fusca de mil e seiscentos centímetros cúbicos. Na época, chamou atenção pelo tamanho fora do padrão, chegando a pesar cerca de quatrocentos quilogramas, o que a colocava entre as motocicletas mais pesadas do mundo. A motocicleta utilizava o conhecido motor boxer de quatro cilindros opostos refrigerado a ar, capaz de gerar aproximadamente cinquenta e seis cavalos de potência. O projeto era voltado para viagens em estrada e possuía dimensões muito maiores que as motos comuns daquele período. Um detalhe incomum era a presença de marcha à ré instalada de fábrica, característica extremamente rara em motocicletas. Grande parte dos componentes vinha de veículos nacionais, solução encontrada para viabilizar a produção em um período em que a importação de veículos era bastante limitada no país. O farol, por exemplo, vinha de caminhões da Mercedes Benz, o painel era do Passat e os freios utilizavam peças adaptadas de modelos como o Corcel e da Variant. O sistema contava com disco duplo na dianteira e disco único na traseira. Produzida de forma quase artesanal em São Paulo, a Amazonas 1600 se tornou um marco por ser uma das primeiras motocicletas de grande cilindrada fabricadas no Brasil. O modelo também ganhou notoriedade por ter sido utilizado por órgãos federais de patrulhamento rodoviário nas décadas de mil novecentos e setenta e mil novecentos e oitenta, reforçando sua imagem de robustez e imponência nas estradas brasileiras.
Descentralizando o mundo. MEMEtizando a informação.